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As árvores

Consultar "Goa através da minha objectiva" pp. 126-127; Author: Emile Marini; Local: Goa; Data: 1957

Membro de: Emile Marini  

Resultados ( 52 encontrados )

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Emile Marini. (1957). Uma palmeira brava, "decorada" com cadeias de frutos. 136 20
Emile Marini. (1957). A árvore da gralha (em concani «Vodd»), é um exemplar de dimensões gigantescas, cuja madeira, muito resistente à água, se utiliza nas instalações dos poços. 161 29
Emile Marini. (1957). Canas de bambu, altíssimas, formam autênticas florestas. 229 28
Emile Marini. (1957). Canas de bambu, altíssimas, formam autênticas florestas. 285 30
Emile Marini. (1957). Árvore de manga (em concani "Ambo"). A manga é um fruto delicioso e o tronco da árvore pode ser empregado nas construções, no fabrico de caixotes, de barcos etc.. 1863 234
Emile Marini. (1957). Aspectos da maravilhosa vegetação de Goa. 156 34
Emile Marini. (1957). Aspectos da maravilhosa vegetação de Goa. 86 19
Emile Marini. (1957). Florestas com várias plantas e diferentes tonalidades verdes. 159 27
Emile Marini. (1957). O embondeiro de Damão. 94 33
Emile Marini. (1957). O embondeiro de Damão. 107 35
Emile Marini. (1957). A árvore do pão e a fruta-pão. 154 32
Emile Marini. (1957). A árvore do pão e a fruta-pão. 136 27
Emile Marini. (1957). Uma floresta de Tecas (em concani "Sâilò"). 80 21
Emile Marini. (1957). Uma floresta de Tecas (em concani "Sâilò"). 85 21
Emile Marini. (1957). Uma floresta de Tecas (em concani "Sâilò"). 445 24
Emile Marini. (1957). Ao longo das estradas, encontram-se árvores enormes, de vegetação muito caracterísitca. 95 26
Emile Marini. (1957). Ao longo das estradas, encontram-se árvores enormes, de vegetação muito característica. 102 15
Emile Marini. (1957). Florestas de arecas. 76 17
Emile Marini. (1957). Florestas de arecas. 65 17
Emile Marini. (1957). As bananeiras, entre variadas gamas de palmeiras, oferecem uma belíssima visão tropical. 111 24
Emile Marini. (1957). As bananeiras, entre variadas gamas de palmeiras, oferecem uma belíssima visão tropical. 82 20
Emile Marini. (1957). As bananeiras, entre variadas gamas de palmeiras, oferecem uma belíssima visão tropical. 100 22
Emile Marini. (1957). As bananeiras, entre variadas gamas de palmeiras, oferecem uma belíssima visão tropical. 104 23
Emile Marini. (1957). A anona e os seus frutos. 116 30
Emile Marini. (1957). A anona e os seus frutos. 141 23
Emile Marini. (1957). Árvores enormes, cujas raízes emergem do solo, absorvem o oxigénio do ar. 94 22
Emile Marini. (1957). Árvores enormes, cujas raízes emergem do solo, absorvem o oxigénio do ar. 210 25
Emile Marini. (1957). Árvores enormes, cujas raízes emergem do solo, absorvem o oxigénio do ar. 105 36
Emile Marini. (1957). Árvores enormes, cujas raízes emergem do solo, absorvem o oxigénio do ar. 97 19
Emile Marini. (1957). Vegetações muito densas e outras muito abertas. 60 14
Emile Marini. (1957). Vegetações muito densas e outras muito abertas. 59 17
Emile Marini. (1957). A árvore da papaia. O fruto, de gosto um pouco amargo, tem largo consumo. Come-se muito ao desjejum. 1805 247
Emile Marini. (1957). a árvore do coco. 269 45
Emile Marini. (1957). Os cocos jovens são protegidos, durante o crescimento. 67 23
Emile Marini. (1957). Diferentes aspectos de coqueiros. 70 16
Emile Marini. (1957). Diferentes aspectos de coqueiros. 56 12
Emile Marini. (1957). Diferentes aspectos de coqueiros. 71 18
Emile Marini. (1957). Arecas entre os coqueiros. 69 17
Emile Marini. (1957). Goa está semeada de cactus de todos os géneros. A foto mostra um bela sebe. 101 17
Emile Marini. (1957). O ananás: a planta, o fruto e a embalagem para o comércio. 120 29
Emile Marini. (1957). O ananás: a planta, o fruto e a embalagem para o comércio. 174 36
Emile Marini. (1957). O ananás: a planta, o fruto e a embalagem para o comércio. 118 22
Emile Marini. (1957). [Extracção da seiva licorosa do coqueiro]. 66 17
Emile Marini. (1957). [Extracção da seiva licorosa do coqueiro]. 111 23
Emile Marini. (1957). [Extracção da seiva licorosa do coqueiro]. 604 90
Emile Marini. (1957). [Extracção da seiva licorosa do coqueiro]. 94 22
Emile Marini. (1957). De tempos a tempos, os indígenas sobem às árvores, para esvaziar as cabaças, que depois levam para casa. 95 22
Emile Marini. (1957). De tempos a tempos, os indígenas sobem às árvores, para esvaziar as cabaças, que depois levam para casa. 101 27
Emile Marini. (1957). Flores sobre as árvores, sobre os silvados e na água. 72 19
Emile Marini. (1957). Flores sobre as árvores, sobre os silvados e na água. 78 18

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