| Nome Científico |
Tamarindus indica L.
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| Origem |
Timor (Jardim)
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| Família |
Leguminosae (Caesalpiniaceae)
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| Nome Vernaculo |
| 1. | Ai Sucair | | 2. | Ai Sukaer | | 3. | Asam Chinch | | 4. | Quenefo | | 5. | Quiu | | 6. | Sucaer | | 7. | Mkwaju | | 8. | Sampalok tamarina | | 9. | Tamarind | | 10. | Tetuli | | 11. | Magyeng | | 12. | Jojos | | 13. | Puli | | 14. | Titri | | 15. | Imli chiuta | | 16. | Chimch | | 17. | Tambarinho | | 18. | Tambarina | | 19. | Djábè | | 20. | Massepame | | 21. | Tamarinho | | 22. | Tamanhã | | 23. | Tamanhá | | 24. | Namueba | | 25. | Unguati | | 26. | Maguadjo | | 27. | Tsamiya | | 28. | Tamarind tree |
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| Nomes Vernáculos e Comerciais |
CABO VERDE: Tambarinho - GUINÉ: Tambarina; Djábè; Massepame; Tamarinho - S. TOMÉ: Tamanhã; Tamanhá - MOÇAMBIQUE: Namueba; Unguati; Maguadjo - ÍNDIA: Imli chiuta; Chimch - TIMOR: Ai Sucair; Ai Sukaer; Asam Chinch; Quenefo; Quiu; Sucaer - NOMES COMERCIAIS E ESTRANG.: Mkwaju; Sampalok tamarina; Tamarind. - NIGÉRIA: Tsamiya; Tamarind tree - NOME ESTRANG.: Tetuli; Magyeng; Jojos; Puli; Titri.
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| Distribuição Geográfica |
| 1. | África | | 2. | Extremo Oriente | | 3. | frequente na Índia, donde parece originário | | 4. | Malaia |
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| Árvore |
Árvore sempre verde, de 15m ou mais, copa esférica, densa. Casca cinzento-escura, de espessura média, abre fendas longitudinais. Folhas pinuladas com 10-20 pares de folíolos glabros, oblongos, pequenos; estípulas pequenas e caducas. Flores pequenas em cacho, amarelas, listradas de vermelho. Vagem castanha, carnuda, curvada ou quase direita.
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| Observações |
A amostra de Cabo verde 62/10 é amarelo-clara, mais leve qie as outras amostras, pelo que supomos ter sido obtida apenas do borne. A amostra S 2-33 não parece "Tamarindus", quer pela estrutura quer pela densidade.
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| Obervações Utilisação |
O borne não tem interesse, por ser susceptível ao ataque de xilófagos; pouco durável (75A). O cerne é muito resistente mas não é aconselhável para exteriores por ser susceptível às variações de humidade. Bom para interiores, trabalhos de torno, rodas, pilões, moinhos de extracção de óleo ou açucar (175) (75A). Barrotes, bengalas. Ornamental. As flores são melíferas (59). As folhas consideradas vermífugas. A polpa dos frutos é refrescante e contra as inflamações dos intestinos, fígado e antidiarreico, antiescorbútica (164).
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| Origem das Amostras |
Serviços Agrícolas Florestais e Pecuários de CaboVerde - Serv. Of. S. Tomé - Repart. Téc. De Agricultura, Timor - Feira Agrícola Internacional de Santarém
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| Habitat e Ecologia |
Zonas do litoral e sub-planálticas, sob termiteiras. Mato xelófilo. Região sudanesa e de estepe. Desseminada por aves e macacos.
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| Madeira aspecto macroscópico e outras características |
O borne é amarelo-esbranquiçado, com estrias vermelhas (75A). O cerne, pouco abundantes, é castanho arroxeado, rijo e pesado (d=0,985 a 1,37) (75A). Textura uniforme, grão fino (75A). Camadas de crescimento levemente visíveis. Poros estreitos, dispersos com tendência para formar filas oblíquas (75A). Traços vasculares pouco numerosos, brilhantes devido a inclusões. Revessa (75A). Difícil de trabalhar mas toma bom polimento.
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| Material Para Estudo Herborizado |
Cabo Verde:Semedo e Silva nº11; Barbosa nº78-Guiné: Sousa nº11; Santo nº2914; Soares e Serv Of. S/nº-S.Tomé: Santo nº3956, 4115, 4830; Angola: Silva nº769; Almeida nº102; Moç: Barb. e Carvalho nº3074,Lima nº22; Timor:Cardoso e J.M.A.U.Santos e Aleixo S/nº
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| Material Para Estudo Museu |
S. Tomé: Tábua (2/33 ?)
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| Material para Estudo Xiloteca |
Cabo Verde: amostra 62/10 e Timor: amostra 104/15
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