| Nome Científico |
Spirostachys africana Sond.
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| Origem |
Moçambique (Jardim)
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| Família |
Euphorbiaceae
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| Nome Vernaculo |
| 1. | Muconite | | 2. | Metomboti | | 3. | Zunvorre | | 4. | Xilangamacho | | 5. | M'balo | | 6. | Narraaczi | | 7. | Tomboti | | 8. | Umtombotsi | | 9. | Sândalo africano | | 10. | Tambootie | | 11. | African Sandalo | | 12. | Ndzopfori | | 13. | Mupapa | | 14. | Ungiva preta | | 15. | Mopapa | | 16. | Omupapa | | 17. | Ungerite | | 18. | Tamboli | | 19. | Olunxongo | | 20. | Olundyongo | | 21. | Onceliko |
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| Nomes Vernáculos e Comerciais |
ANGOLA: Mupapa; Ungiva preta; Mopapa; Omupapa; Ungerite; Tamboli; Olunxongo; Olundyongo; Onceliko - MOÇAMBIQUE: Muconite; Metomboti; Zunvorre; Xilangamacho; M'balo; Narraaczi - NOMES ESTRANG. E COMERC.: (África) Tomboti; Umtombotsi; Sândalo africano; Tambootie; African Sandalo; Ndzopfori.
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| Distribuição Geográfica |
África Tropical e Austral
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| Árvore |
Arbusto ou árvore de 12 a 15 (18)m; glabra; tronco em geral ramificado a uns 3 ou 4m de base; fuste de 5 a 8m, erecto, cilíndrico, com 0,25 a 0,30m de diâmetro; casca preta e áspera; folhas alternas, curtamente pecioladas, finamente membranosas, por fim um pouco coreáceas, oblongo ovadas, obtusas, base arredondada, biglandulares na junção do pecíolo, margem crenulada, verde médio na página superior, verde pálido na inferior, avermelhadas no período da queda; espigas axilares, aparecendo antes das folhas, corola nula; cápsula tri, raramente dicoca; cocas bivalves; sementes globosas, carunculadas.
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| Observações |
As amostras da madeira e os exemplares de herbário não foram obtidos nas mesmas árvores. (+) A serradura é perigosa para os olhos, causando inflamação e chegando a produzir cegueira. Aconselha-se a aplicação de algumas gotas de suco de "Sarcostemma viminale" (trapadeira suculenta) nos olhos, dando alívio imediato (81).
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| Obervações Utilisação |
Pequenas obras de marcenaria e decoração (60); malas; torno; embutidos (169). Para queimar, mas emite na combustão um gás fétido (59). A serradura é perigosa para os olhos (+); o pó fino desta madeira ataca fortemente a garganta e o estomago quando ingerido mesmo em pequena quantidade (59). Seiva venenosa (83).
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| Origem das Amostras |
Serviços Oficiais de Angola e Moçambique
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| Sinónimos |
Excoecaria africana Muell. Arg.
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| Habitat e Ecologia |
Regiões secas, floresta aberta; solos arenosos, argilo arenosos e de aluvião humífero.
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| Madeira aspecto macroscópico e outras características |
Madeira bem diferenciada; com aroma característico que nunca perde; borne claro; cerne acastanhado, com laivos longitudinais, mais escuros e estreitos, que marcam a diferenciação entre a parte inicial e a final das camadas de cresciemnto; cerosa ao tacto; textura fina; rija e densa (d=0,94 a 1,017); camadas de crescimento muito diferenciadas; poros finos, dispersos, numeroros (12-25/mm2), isolados ou agrupados radialmente e com inclusões gomosas frequentes; parênquima pouco evidente, escasso e metatraqueal, em faixas estreitas e onduladas; raios muito estreitos, numerosos (17-20/mm) e pouco visíveis mesmo à lupa; traços vasculares finos e pouco marcados mas distintos à lupa pelas inclusões escuras que contém (60). Fio ondulado; um pouco revessa; de grande duração (60).
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| Material Para Estudo Herborizado |
Angola: J. Gossw. Nº9669
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| Material Para Estudo Museu |
Moçambique: M-54/136; M-75/4
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| Material para Estudo Xiloteca |
Angola: amostras A-33/94; A-33/112; A-167/13; A-136/80; 549/45 - Moçambique: amostras M-12; M-38: X.U. 2/68/4
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