| Nome Científico |
Milicia excelsa (Chlorophora excelsa) (Welw.) Benth. Hook
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| Origem |
Moçambique (Jardim)
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| Família |
Moraceae
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| Nome Vernaculo |
| 1. | Mefula | | 2. | Mufula | | 3. | Tubo | | 4. | Muco | | 5. | Tule | | 6. | Intule | | 7. | Mucoco | | 8. | Mahundo | | 9. | Magundo | | 10. | Mugunda | | 11. | Marhulé | | 12. | Iroko | | 13. | Kambala | | 14. | Odoum | | 15. | Teca Africana | | 16. | African Teak | | 17. | Mvule | | 18. | Mucamba-camba | | 19. | Pau bicho | | 20. | Pau bicho amarelo | | 21. | Abang | | 22. | M'kuku | | 23. | Amoreira | | 24. | Moreira | | 25. | Mukuma | | 26. | Mukamba-kamba | | 27. | Mukamba | | 28. | Kamba | | 29. | Sanga | | 30. | Kambula | | 31. | Kambala | | 32. | Mulela | | 33. | Amoreira | | 34. | Moreira | | 35. | Mucambá vlemé |
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| Nomes Vernáculos e Comerciais |
GUINÉ: Os mesmos da Ch. Regia A. Chev. - S. TOMÈ: Mulela; Amoreira; Moreira; Mucambá vlemé - ANGOLA: Amoreira; Moreira; Mukuma; Mukamba-kamba; Mukamba; Kamba; Sanga; Kambula - CABINDA: Kambala - MOÇAMBIQUE: Mefula; Mufula; Tubo; Muco; Tule; Intule; Mucoco; Mahundo; Magundo; Mugunda; Marhulé - NOMES COMERCIAIS E ESTRANG.: Iroko; Kambala; Odoum; Teca Africana; African Teak; Mvule; Mucamba-camba; Pau bicho; Pau bicho amarelo; Abang; M'kuku
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| Distribuição Geográfica |
| 1. | Dessiminada, por grande parte de África tropical. Guiné | | 2. | Congo | | 3. | Uganda | | 4. | Angola | | 5. | S. Tomé | | 6. | Moçambique | | 7. | Zâmbia |
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| Árvore |
Árvore dióica, de 20-30m, podendo atingir os 50m na floresta higrófila equatorial; tronco direito, cilíndrico de 1 a 2m de diâmetro; casca castanho escuro fendida, latex creme. Folhas simples, um pouco coreáceas, grandes, verde escuro na página superior e verde claro na página inferior, com 12-18 pares de nervuras laterais. Flores em espigas solitárias dispostas na base dos ramúsculos, cilíndricas, densifloras, pendulas. Fruto múltiplo de aquénios, esverdeado, um pouco suculento.
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| Observações |
| 1. | GUINÉ: Os mesmos da Ch. Regia A. Chev; | | 2. | De notar a grande heterogeneidade no que se refere ao aspecto macroscópico desta madeira. Pode confundir-se com a madeira de "Morus mesozygia". Os exemplares de herbário e as amostras de madeira não foram colhidos nas mesmas árvores. Atenção: Espc. Sob a forma de pó pode provocar dermatites, furunculose, edema das palpebras, dificuldade respiratória, vertigens (17AB). |
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| Obervações Utilisação |
Uma das mais valiosas madeiras africanas (81). Tem interesse para parques e arborizações urbanas. Excelente para construções navais e exteriores, carruagens, vasilhame (8). Utilização semelhante à C. Regia.
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| Origem das Amostras |
Várias entidades da Guiné; S. Tomé; Angola; Cabinda; Moçambique; Congo Belga; Costa do Ouro; Uganda e Guiné espanhola; MEFA; CIMA
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| Sinónimos |
| 1. | C. tenuifolia Engl. | | 2. | Morus excelsa (Welw.) Benth. | | 3. | Milicia africana Sim |
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| Habitat e Ecologia |
Floresta hidrófila e sub-hidrófila. Condições ecológicas muito diversas. Na floresta húmida equatorial constitui um dos componentes de maior porte. Também existe na floresta xerófila, transição da floresta para a savana, mas nunca na estepe. Solos argilo-arenosos e argilo-orgânicos.
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| Madeira aspecto macroscópico e outras características |
Madeira de grande durabilidade e resistência (81). Em frasco o cerne é de cor amarelo-doirado acastanhado mas com a esposição ao ar vai tomando tons cada vez mais escuros, até ficar na cor de café claro ou do castanho avermelhado (81). Linhas de tecido mais claro são visíveis sobretudo nas superfícies de corte oblíquo. Um tanto oleosa (81). Densidade 0,67 a 0,75. O borne é amarelo claro ou cinzento acastanhado muito claro com 2 a 4cm de espessura, bem diferenciado do cerne (140). Grão ondeado. Apresenta "stone", defeito que consiste em pequenas concreções calcáreas, duras, de cor branca originadas, segundo parece, por picadas de insectos (81). Nas árvores velhas, na base, encontram-se concreções volumosas de natureza calcárea (81). Camadas de crescimento pouco distintas. Traços vasculares bem marcados (60). Textura moderadamente grosseira. Fio um pouco revesso.
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| Material Para Estudo Herborizado |
S. Tomé: Esp. Santo nº4762; 4804; Tav. Carvalho nº183 - Angola: Gossweiler nº6737; 6805; 9337
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| Material Para Estudo Museu |
S. Tomé: Tábua S-2/2; S-2/17 A prancha 9/9; Guiné: toro nº22/13; Moçambique: amostra nº72/7 (Milicia ?); Angola: tábua A-33/1; amostras A-33/7; A-33/150; A-33/124; A-33/122; A-33/124
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| Material para Estudo Xiloteca |
S. Tomé: S-2; S-5/21; S-40; nº4; nº29; III-6; Cabinda: nº2; nº6; 165/7; Angola: A-52; A-33/7; A-33/150; 171; 4; 173/11; 269/9; XU 1/70/7; XU 11/68/10; Moç: M-22; M-75/7; XU2/68/1; Congo: S/nº; Costa do Marfim: S/nº; Guiné esp.: 13/28; Uganda: 79/11
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