| Nome Científico |
Erythroxylum monogynum Roxb.
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| Origem |
Moçambique (Jardim)
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| Família |
Erythroxylaceae
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| Nome Vernaculo |
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| Nomes Vernáculos e Comerciais |
MOÇAMBIQUE: Nairre; Naire; Naixe
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| Distribuição Geográfica |
Moçambique (pouco frequente)
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| Árvore |
Arbusto muito ramificado ou perquena árvore cujo tronco atinge por vezes 0,45m de diâmetro; folhas obovadas, coreáceas, inteiras glabras, pálidas ou glaucas na página inferior, arredondadas para o ápice; flores pequenas axilares, brancas ou rosadas, solitárias ou fasciculadas; drupa vermelha ou purpúrea.
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| Observações |
O N.V. "Nairre" em Moçambique, é dado também a "Cleistanthus holtzii". A amostra do Museu M-72/12 está incorrectamente classificada; tem a estrutura de "Mimusops sp".
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| Obervações Utilisação |
Própria para construções e mobiliário (59). As folhas em banhos ou cozimentos contra febres (59).
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| Origem das Amostras |
Serviços oficiais de Moçambique (Exposição de Paris)
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| Sinónimos |
E. delagoense Schinz ?
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| Madeira aspecto macroscópico e outras características |
Madeira castanho escura, dura e pesada (59); camadas de crescimento distintas devido a zonas de menos densidade de poros; estes estreitos, dispersos, medianamente numerosos, isolados e agrupados; parênquima indistinto a pequena ampliação; raios estreitos e medianamente numerosos (8 a 9/mm).
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| Material para Estudo Xiloteca |
Moçambique: amostras M-11; M-37
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