| Nome Científico |
Cordyla africana Lour.
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| Origem |
Moçambique (Jardim)
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| Família |
Leguminosae (Caesalpiniaceae)
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| Nome Vernaculo |
| 1. | Mutondo | | 2. | Naculuvé | | 3. | Rondo | | 4. | Rôndué | | 5. | Tôndué | | 6. | Intondo | | 7. | Morrondo | | 8. | Morrondue | | 9. | Morrongué | | 10. | Moroando | | 11. | Murroto | | 12. | Bonjua | | 13. | Boboti | | 14. | Moanjwa | | 15. | Manga brava | | 16. | Merrôto | | 17. | Metondo | | 18. | Doki | | 19. | Biel | | 20. | Dimb | | 21. | Mroma | | 22. | Cordyla |
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| Nomes Vernáculos e Comerciais |
MOÇAMBIQUE: Mutondo; Naculuvé; Rondo; Rôndué; Tôndué; Intondo; Morrondo; Morrondue; Morrongué; Moroando; Murroto; Bonjua; Boboti; Moanjwa; Manga brava; Merrôto - NOME COMERCIAL e ESTRANG.: Metondo; Doki; Biel; Dimb; Mroma; Cordyla
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| Distribuição Geográfica |
África Tropical. Frequente em Moçambique
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| Árvore |
Árvore de 15 a 20 e mesmo 30m, decídua. Tronco de 4 a 6m, 80cm diâmetro, casca castanho clara rugosa; copa larga, esférica. Folhas alternas, imparipinuladas; folíolos 9 a 12 pares. Flores em cachos 6-12 flores, estames 30 a 35, unidos na base. Vagem ovoide, polposa, amarela semelhante a um limão, sementes envolvidas numa polpa gelatinosa.
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| Observações |
É a mais antiga essência florestal classificada em Moçambique (1790). Os exemplares de herbário e as amostras da madeira não foram colhidos na mesma árvore. As amostras M-29 e M 36-3, estão classificadas como "Ostryoderris" mas parecem também "Cordyla" porque apresentam o parênquima em faixas mais ou menos descontínuas e os raios são menos nítidos.
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| Obervações Utilisação |
Boa para marcenaria, carpintaria e construção (60). O tronco para marimbas e grandes tambores (60). Os frutos parece que têm gosto desagradável. Árvore própria para parques e arborizações urbanas.
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| Origem das Amostras |
Antiga Companhia de Moçambique - Sociedade Madal, Moçambique
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| Sinónimos |
Calycandra pinnata A. Rich. Guill. e Perr.
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| Habitat e Ecologia |
Zonas do litoral e floresta seca aberta. Solos aluvionares, argilosos, de preferência próximo dos rios. Antigos terrenos de cultura.
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| Madeira aspecto macroscópico e outras características |
Madeira de cor castanho clara com traços castanho escuro. Borne mais claro, às vezes pouco distinto do cerne. Camadas de crescimento pouco diferenciadas (60). Traços vasculares bem visíveis frequentemente com inclusões gomosas; poros raros, quase sempre solitários ou, então agrupados sem orientação definida (60). Raios finos, medianamente numerosos e de trajecto pouco ondulado (60). Rija e um tanto oleosa. Medianamente pesada (d=0,75 a 0,85) (8). Resistência média à compressão axial. Resistência fraca a média ao fendilhamento. Fácil de serrar mas difícil de aplainar. Zonas de revesso (8). Boa de envernizar e polir. Pequena tendência para abrir fendas quando em toro. Deteriora-se facilmente quando exposta ao tempo (60). Parênquima abundante e paratraqueal, vasicêntrico, ou com tendência aliforme, frequentemente anastomosado (confluente) (60).
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| Material Para Estudo Herborizado |
Moçambique: J. Pedrogão nº1881; 1239; J. G. Pedro nº4191 - Rodésia do Sul: H. Wild. Nº2408
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| Material Para Estudo Museu |
Moçambique: Tábuas 33/6; 54/113 - Toro 53/113
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| Material para Estudo Xiloteca |
Moçambique: amostra M-36; amostra M-50/36, amostra M-8; amostra M-26/85
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