| Nome Científico |
Cocos nucifera L.
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| Origem |
Moçambique (Jardim)
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| Família |
Palmae
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| Nome Vernaculo |
| 1. | Coqueiro | | 2. | Coco diácuhoma | | 3. | Coconut palm | | 4. | Porcupine wood | | 5. | Cocotero | | 6. | Palma de coco | | 7. | Mâd | | 8. | Nal | | 9. | Ie chi | | 10. | Nu | | 11. | Noá | | 12. | Hosabul | | 13. | Hesabul | | 14. | Cóco | | 15. | Côco | | 16. | Còconja |
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| Nomes Vernáculos e Comerciais |
GERAL: Coqueiro - GUINÉ: Cóco - S. TOMÉ: Côco; Còconja - MOÇAMBIQUE: Coco diácuhoma - ÍNDIA: Mâd; Nal - MACAU: Ie chi - TIMOR: Nu; Noá; Hosabul; Hesabul - NOME ESTRANG.: Coconut palm; Porcupine wood; Cocotero; Palma de coco
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| Distribuição Geográfica |
Todas as regiões tropicais
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| Árvore |
Palmeira monóica podendo atingir 25 a 30m de altura. De tronco liso de 25 a 30cm de diâmetro, espesso na base, coroado por umas 20 folhas penadas de 3,5 a 6m, dirigidas em todos os sentidos, pinuladas, com os segmentos linear-lenceolados, acuminados. Flores em espádice. Fruto de mesocarpo fibroso (cairo); amêndoa carnuda (copra) com cavidade central. Enraizamento possante.
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| Observações |
Não há exemplar de herbário
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| Obervações Utilisação |
O tronco para vigamentos, construção e trabalhos ornamentais, bengalas, condutas de água e pontes (59), marcenaria e como combustível (164). Dos frutos extrai-se o cairo (fibras) e a copra, servindo o endocarpo, pela sua dureza e forma para vasilha, instrumentos musicais, botões, etc. Com a seiva da inflorescência pode fabricar-se vinho, água ardente, vinagre e açúcar (164). As folhas para cobertura de habitações e trabalhos de esteira e cestaria (43).
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| Origem das Amostras |
Serviços Agrícolas Florestais e Pecuários de Cabo Verde - Repartição Técnica de Agricultura, S. Tomé - Companhia Agrícola das Neves, S. Tomé - Del. De Agr. E Florestas da Zambézia, Moçambique - III Feira Internacional de Agricultura, Santarém
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| Habitat e Ecologia |
Zonas do litoral. Cultivado.
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| Madeira aspecto macroscópico e outras características |
A parte exterior do tronco (espique) correspondente ao borne, é muito rija, pesada, de cor castanho escuro, formada por um conjunto de fibras muito compacto. Difícil de serrar a topo mas regularmente à fibra. Difícil de aplainar e raspar. Para o centro, o conjunto vai-se tornando menos compacto, pela redução do número de fibras, sendo de cor castanho muito claro, esponjoso e sem resistência.
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| Material Para Estudo Vivo |
1 exemplar na estufa grande (27/8/75)
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| Material Para Estudo Museu |
S/2/53 - S. Tomé
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| Material para Estudo Xiloteca |
Cabo Verde: amostra 62/2 - S. Tomé: amostras 24/10, S/17, S/5/23, 427/1 (II F.I.A. - Santarém) - Moçambique: amostra 353/33
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