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[Álbum fotográfico nº19] Missão Hidrográfica de Angola 1936-1941, vol.1

Missão Hidrográfica de Angola, criada pelo Decreto 26 888, de 14 de Agosto de 1936. Nesse mesmo mês, o “Beira” passou a navio hidrográfico e foi destinada à missão hidrográfica de Angola, resultado da colaboração tripartida entre os Ministérios da Marinha e das Colónias e o Governo de Angola. O navio chegado a Luanda em Novembro de 1936, iniciou os seus trabalhos no ano seguinte dando apoio aos trabalhos de hidrografia nos portos de Luanda e Lobito e Baía Farta. Em 1938, nos portos de Mossâmedes, Benguela e Baía dos Elefantes. No ano de 1939, nos portos do Cuío, Porto Amboim e Baía de Santa Maria. Em 1940, na Baía das Luciras e, finalmente, em 1941, nas baías de Baba e de Porto Alexandre. A utilização do navio possibilitou à Missão Hidrográfica de Angola produzir, num curto espaço de tempo, a carta hidrográfica nº. 309, (desde a foz do Rio Cubal da Hanha até ao Cabo de Santa Maria), a carta nº. 310 (desde o Cabo de Santa Maria à Baía de Baba) e ainda os planos hidrográficos das baías de Luanda, Lobito, Benguela, Farta, dos Elefantes, de Santa Maria e de Porto Amboim e dos portos do Cuío e de Mossâmedes. Após cinco campanhas hidrográficas, cujo alcance se revelou da maior importância em termos económicos e também para a soberania portuguesa em Angola, o navio hidrográfico “Beira” foi, em 1 de Setembro de 1941, abatido ao Efectivo dos Navios da Armada. in Revista da Armada, n.º 459, Janeiro 2012. Levantamento efectuado pela Missão Hidrográfica da Colónia de Angola. 1939. N. H. "Beira". Cap. Ten. engº hidgº Manoel Afonso Dias, Cap. Ten. engº hidgº Ernesto da Fonseca Lourenço, 1º Ten. eng. hidgº Manoel Pires de Matos, 1º Ten p.a. António Guerreiro Telo Pacheco, 2º Ten. Eugénio Ferreira de Almeida, 2º Ten. João de Arantes e Oliveira; Local: Angola; Data: 1936-1941

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(1936). Antes de embarcar o "Monospar" sofre algumas adaptações.. 39 9
(1936). O "Monospar" é embarcado e arrumado a bordo do "Colonial". 55 9
(1936). Lisboa. No cais no momento da partida.. 26 2
(1936). Luanda. O "Dande" ao portaló embarca a bagagem da Missão.. 28 3
(1936). Luanda. Preparando o avião para não perturbar as cargas.. 56 10
(1936). Luanda. O "Dande" vai ao paquete buscar a bagagem.. 28 2
(1936). Luanda. O "Monospar" é içado para as operações da carga.. 38 10
(1937). Lobito. Preparando o desembarque do avião no cais do porto.. 58 11
(1937). Lobito. O avião no cais do Lobito após o seu desembarque.. 79 27
(1937). Lobito. Num armazém do porto faz-se a montagem dos lemes.. 40 11
(1937). Lobito. Trabalhando na montagem dos planos de cauda.. 52 10
(1937). Lobito. Os motores do avião trabalham em Africa por primeira vez.. 75 15
(1937). Lobito. Depois de montado o avião é conduzido para o campo.. 55 8
(1937). Lobito. O avião é levado para o campo a reboque da carrinha.. 45 12
(1937). Lobito. No campo de aviação constroi-se um hangar de fortuna.. 35 7
(1937). Lobito. O avião chega ao campo de aviação. Ao fundo o hangar.. 47 8
(1937). Lobito. No campo de aviação. Montagem das asas do avião.. 66 15
(1937). Lobito. O avião "Monospar" dentro do seu hangar de fortuna.. 68 16
(1937). Lobito. O avião está completamente pronto para voar.. 55 10
(1937). Lobito. Aquecendo os motores antes de um vôo para fotografia.. 34 8
(1937). Lobito. Preparando o avião para um vôo de fotografia.. 56 12
(1937). Lobito. O avião está pronto para largar. Serviço fotográfico.. 40 8
(1937). Um abrigo improvisado para livrar o avião do sal e da chuva.. 52 8
(1937). Em pleno mar o avião vai sobrevoar o N. H. "Beira".. 45 8
(1937). Lobito. No cais do Lobito em preparativos da campanha.. 68 16
(1937). Lobito. Dando os últimos retoques num marco geodésico.. 41 7
(1937). Lobito. Ultimando as construções do marco geodésico "Silva".. 38 7
(1937). Lobito. Operações de reconhecimento para o plano.. 35 7
(1937). Lobito. Um paquete belga saindo do porto do Lobito.. 50 15
(1937). Lobito. Uma linda vivenda na Avenida da Restinga.. 39 14
(1937). Lobito. A sede da Missão em terra. Ao fundo o N. H. "Beira".. 37 8
(1937). Lobito. Operações para a medição da Base Geodésica.. 21 4
(1937). Lobito. No extremo da Restinga. Marco Base "NE". 28 4
(1937). Lobito. Durante a medição da Base do Lobito.. 36 4
(1937). Lobito. O extremo SW da Base do Lobito.. 32 7
(1937). Lobito. Um pequeno "alto" durante a medição da Base do Lobito.. 58 10
(1937). Lobito. Durante a medição da Base. Um almoço no campo.. 29 4
(1937). Lobito. N. H. "Beira" e N. H. "Dande" nas águas tranquilas da baía.. 30 5
(1936). É sempre curioso o aspecto do Môrro do Sombreiro.. 35 4
(1936). Luanda. O mareógrafo em funcionamento.. 34 12
(1936). Luanda. A casa do mareógrafo de Luanda.. 35 9
(1936). Luanda. Detalhe da montagem do mareógrafo. 36 4
(1936). Riqueza dos mares de Angola. Numa pescaria da Baía Farta.. 72 14
(1936). Baía Farta. Depois da "escala" de peixe. Ossos e detritos para guano.. 58 10
(1936). Lobito. Com o farol por fundo, o "Ahverville" sai do porto.. 49 14
(1936). A caminho de Cabinda. A passagem na fronteira luso-belga.. 31 5
(1936). Cabinda. A caminho do mercado.. 28 2
(1936). Cabinda. A residência do Intendente.. 36 8
(1936). Cabinda. Um marco de fronteira.. 36 6
(1936). Zaire. Um perfil curioso.. 35 4

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